The challenge of organic Coffee production in Brazil

The demand for organic coffee in Brazil has been growing in recent years. Although the product is considered relatively expensive when compared to other organic sources, such as countries in South and Central America. Its peculiar sensory characteristics make the item to be constantly used in blends in various roasteries worldwide.
The supply of such products in domestic and foreign markets, is quite limited and this fact is explained by the low number of producer organizations in the country. The estimated organic coffee production in Brazil is about 0.4% of the total.
The none welcome of implantation of production units, is mainly due to the difficulty in achieving the balance of nutrients in the soil, which allows, in turn, increased productivity per hectare, which currently is around 26 bags.
Nitrogen is still the biggest challenge for organic production, as industrialized organic fertilizers or green manure, have a lower percentage of this nutrient to fertilizers available for conventional coffee.
According to Rosangela Paiva – President of the Organic Association of Southern Minas, the production cost of organic agriculture on family farms compared to conventional, is higher. The enhancement is mainly due to prices of inputs when industrialized, such as the Rock phosphate, as well as the cost of hand labor, which can be related directly to the culture or the production of organic fertilizers.
An example that illustrates the increase in prices of industrial inputs, is the Rock Phosphate (Source of phosphorus for coffee) which increased by 53% in the price per ton, between the years 2010 and 2015, according to data provided by the Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo.
In addition to the above factors, Rosangela adds the financial impact of the implementation of culture, which in most “poor” soil nutrient, can be up to 30% higher than the deployment of a conventional crop.
In the transition period of culture, which is 3 years, there is a sharp fall in production. The crop starts to receive organic cultivation and in many cases, the product is still sold without any added value.
“There is a need to invest in the organic coffee sector from Brazil so that there is an increase in its volume of production associated with coffee quality and socio and environmental sustainability, ensuring competitiveness in the specialty coffee sector by the Brazilian producers.
The increase in the number of producers and productivity and the cost reduction of production will result in many improvements on the sector, such as more constant offer of this product to the national and international market, more stable prices and consequently higher consumption.
Studies and personal experience have shown that is possible to produce organic with reasonable cost of production, good productivity and fine quality. “- Says Cássio Franco Moreira – Chairman of ACOB (Association of Coffee Growers of Organic Brazil).
The numerous benefits provided by organic coffee, related to the environment and sustainability has proven increasingly as a global trend.
Brazil, which is the world’s largest coffee producer, has a strong potential and also consolidates as the largest organic coffee producer. For this to be possible it is necessary to facilitate the accession of producers by investing in research and expertise focused on organic coffee, as well as search by price differentials for the coffee produced in the culture during the conversion period.
Original Text: Daiana R. Tavares

 

Ladeira abaixo

As cotações futuras do café arábica tiveram forte queda na bolsa de Nova York na sexta-feira, puxadas por uma nova retração do mercado acionário da China e pela consequente valorização do dólar. Os contratos para dezembro fecharam o pregão a US$ 1,2645 a libra-peso, recuo de 600 pontos – a maior queda diária desde 21 de maio. A onda de aversão ao risco fez o investidor se desfazer de suas posições nos mercados de ações e commodities e buscar os títulos do Tesouro americano, impulsionando o dólar. A alta da moeda americana frente ao real e as outras divisas de países exportadores de café aumentou a pressão sobre as cotações da commodity. No mercado doméstico, também houve queda. O indicador Cepea/Esalq para o arábica caiu 2,74%, para R$449,21 a saca.

Fonte: Valor Econômico

Agnocafé alerta para a forte chuva na próxima semana nas regiões de café

   A frente fria que está entrando nesta quarta feira nas regiões de café não devem trazer chuvas, mas diminui o bloqueio atmosférico na região Sudeste. A região Oeste de São Paulo choveu alguns milímetros nesta madrugada, mas não deve prejudicar o final da colheita de café.

A partir da próxima semana outra frente fria deve entrar na região e deve trazer chuvas de forte intensidade nas principais regiões de café, principalmente a partir de quinta e sexta feira.
A Agnocafé alerta aos produtores que intensifique a colheita nesta semana devido a previsão de forte chuvas na próxima semana. Segundo o site Climatempo, as chuvas devem começar na segunda feira com fraca intensidade, mas a partir de quinta feira a intensidade aumenta. O acumulado para o Oeste de SP pode chegar a 90mm, Triângulo Mineiro a 75mm, Mogiana 64mm, Norte do Paraná 51mm, Sul de Minas a 46mm e Cerrado a 32mm.

Obs. Os dados do Climatempo foram coletados hoje de manhã e podem mudar nos próximos dias

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Fonte : http://www.redepeabirus.com.br/redes/form/post?topico_id=57837#sthash.Gv2UcQ5u.dpuf

 

 

Café interrompe altas na ICE, mas se mantém próximo dos 135 centavo

Os contratos futuros de café arábica negociados na ICE Futures US interrompem nesta quarta-feira a escalada de ganhos verificada desde a semana passada, na esteira de algumas vendas básicas de especuladores e fundos. Há pouco, a posição setembro tinha queda de 140 pontos, com 135,80 centavos de dólar por libra peso, depois de tocar a mínima de 135,15 centavos, ao passo que o dezembro registrava baixa de 135 pontos.

De acordo com analistas internacionais, a sessão é caracterizada por algumas correções, depois de ganhos significativos experimentados recentemente. As baixas são técnicas e o setembro conseguiu integralmente se manter acima do referencial de 135,00 centavos ao longo de toda a manhã. A abertura do dia se deu com altas, mas o fôlego dos compradores se mostrou mais limitado que na terça-feira, com a máxima não indo além de 138,05 centavos. A partir desse patamar ocorreram alguns acionamentos de ordens de venda e as baixas passaram a ser observadas. No segmento externo, dia de retração para as bolsas de valores nos Estados Unidos. Nas commodities softs, baixas para cacau, café, algodão e açúcar, como suco de laranja.

“O mercado continua atento ao clima, mas também temos variáveis importantes a serem levadas em conta, como é o caso da desvalorização da moeda chinesa, algo que está movimentando a economia internacional ao longo desta semana. Numa leitura geral, o café parece ter retomado a sustentação, principalmente diante do temor de que a seca pode afetar a produção e o desenvolvimento de frutos em várias zonas produtoras, incluindo locais estratégicos, como o Brasil, América Central, Vietnã e Indonésia. Dentro desse contexto, a tendência é termos um cenário mais sustentado, ao menos no curto prazo”, disse um trader.

A colheita de café da safra 2015/2016 do Brasil avança nas principais regiões produtoras, mas continua atrasada em relação a anos anteriores. Na última semana, o clima mais seco até deu mais ritmo aos trabalhos no campo. Entretanto, o cenário atual, segundo cafeicultores, está bem complicado. O principal impacto é visto no tamanho dos grãos (peneira), que estão bem menores e interferem no rendimento e nos valores pagos pelo café arábica. Em média, são gastos 25% a mais de grãos para completar uma saca beneficiada do produto. No sul de Minas, a Cocatrel (Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Três Pontas) indicou que os cafeicultores têm relatado que apenas 8% a 15% dos cafés tem peneira de 17 acima. Enquanto em anos normais esse número chegava a 30%.

As exportações brasileiras no mês de agosto, até o dia 11, totalizaram 377.755 sacas de café, queda de 39,78% em relação às 627.334 sacas embarcadas no mesmo período do mês anterior, de acordo com informações do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil).
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Fonte: http://www.agnocafe.com.br/noticia?id=80363

DOSE DE US$1 TORNA JAPÃO UM DOS MAIORES CONSUMIDORES DE CAFÉ

O mercado de bebidas que mais rapidamente cresce no Japão não é o das cervejas artesanais nem o das vitaminas de fruta. É o dos copinhos de café preto que custam US$ 1 nas lojas de conveniência 7-Eleven do país.

“O café da loja de conveniência é ótimo, considerando-se o preço baixo”, disse Kiyoshi Fujimoto, 50, professor em Tóquio. Ele calcula que toma quatro vezes mais café nessas lojas, conhecidas localmente como “conbinis”, do que na Starbucks Corp. e que gasta cerca de um terço do valor.

As vendas de café nas lojas de conveniência aumentaram 48 por cento no ano passado. Essa foi a parte do mercado de bebidas japonêsas que cresceu mais rapidamente, pois os cafezinhos de US$ 1 fizeram com que o consumo batesse um recorde. O Japão é o terceiro maior importador de café do mundo, depois dos EUA e da Alemanha, disse Kazuyuki Kajiwara, gerente-geral do departamento de bebidas da empresa de comércio exterior Marubeni Corp. As importações de grãos e outros produtos chegaram a 459.708 toneladas no ano passado, de acordo com o grupo de torrefação All Japan Coffee Association.

Os maiores fornecedores são Brasil, Vietnã e Colômbia, mostram dados do governo. O consumo atingiu o pico recorde de 449.908 toneladas no ano passado, disse a associação de café. A 7-Eleven, que dirige 17.600 lojas de conveniência no país, pretende dar um impulso de 21 por cento às vendas, para 850 milhões de cafezinhos por ano até fevereiro, de acordo com Yasushi Kamata, diretor da companhia. A FamilyMart Co., terceira maior operadora japonesa de lojas de conveniência, visa reforçar as vendas de cafezinho em 11 por cento, disse a porta-voz Natsu Takaoka.

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O MERCADO DE CAFÉ

O mercado de café de Londres acaba de receber uma explosão de cafeína. O custo do café robusta entregue neste mês beira um recorde em relação aos grãos do próximo contrato de futuros, que expira em setembro.Isto se deve a que os traders que estavam apostando em preços mais baixos no fim do mês passado agora enfrentam uma entrega de café que poderia beira a quantidade máxima permitida. Por enquanto, a entrega é a maior desde novembro e responde por 35% dos estoques certificados na ICE Futures Europe. Embora o número de contratos pendentes sugira que a quantidade de grãos comprados e vendidos ultrapassará os limites normais da bolsa, ainda resta poucos dias antes que os futuros de julho expirem e a quantidade poderia decrescer. ” A grande pergunta que o mercado está fazendo é quão grande entregas será mesmo “, disse Toby Donnovan, corretor da BGC LLP em Londres. Com os atuais contratos em abertos, a entrega poderia superar o limite, mas ainda há tempo para cair”. A alta do preço dos futuros de julho sobre os de setembro, uma estrutura de mercado conhecida como “backwardation”, não acarreta uma escassez de café, disse Carlos Mera, analista do Robobank em Londres. Agricultores e especuladores no Vietnã possuem pelo menos 9 milhões de sacas, cerca de 34% da safra, disse ele. ” Não há escassez enorme”, disse ele. O prêmio de julho expirou porque, simplesmente não houve tempo suficiente para prepara e transportar o café para sua classificação.

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Colheita de café dos cooperados da Cooxupé avança para 41,6% até 25 de julho

A colheita de café dos cooperados da Cooxupé, maior cooperativa de cafeicultores do Brasil, atingiu até 25 de julho 41,6 por cento do total projetado, informou a instituição nesta quinta-feira, apontando um atraso em relação aos últimos anos para esta mesma época.

No mesmo período do ano passado, a colheita havia atingido 64,6 por cento, enquanto em anos anteriores estava em 54,9 por cento (2013) e 51,3 por cento (2012), segundo dados da Cooxupé, que tem forte atuação no sul de Minas Gerais